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Histórico das exposições temporárias

 
Em 2001 teve lugar a primeira exposição temporária deste Museu, Entre gestos e palavras - da natureza à cultura, concebida para a inauguração do mesmo, tendo estado patente ao público de Agosto de 2001 a Outubro de 2002.

Nos dois anos que se seguiram (2003-2004), o Museu entrou numa fase em que se pensou e planificou atempadamente um plano de actividades. Esse período corresponde a dois momentos distintos:

1) Em que se apostou forte no número de exposições temporárias (oito num ano - 2003), no intuito de consolidar e fidelizar os públicos. Museu recente, sem trabalho prévio de sensibilização da comunidade para a existência do espaço museológico, era, pois, necessário quebrar a distância e impôr o projecto do Museu. As exposições fizeram com que o afluxo de público a actividades do Museu passasse de 2.000 pessoas em 2002, para 9.000 pessoas em 2003.

2) O segundo momento correspondeu ao ano de 2004, onde - consolidado que estava o projecto do Museu - se pretendeu apostar mais forte na qualidade. Essa qualidade implicou um reforço na investigação e um cuidado maior na concepção das exposições. Implicou, por outro lado, um estender das colaborações e um agregar de esforços às escolas, associações culturais e de património, outros museus, etc. E implicou, sobretudo, agregar e acolher o esforço e interesse de particulares.
Estas linhas de orientação, implicando cada vez mais qualidade e cada vez maior envolvimento com a comunidade, norteiam o ano em curso.
 
Entre os anos de 2005 e 2009, consolidaram-se as linhas orientadoras anteriores reflectindo-se no prolongamento das exposições, entre as quais destacamos Coruche na obra do Arq. Gonçalo Ribeiro Telles (2005), Forcados Amadores de Coruche (2006), S. Pedro - entre o céu e a terra (2007), António Ribeiro Telles. 25 anos de Alternativa (2008) António Badajoz (2009).
Também em 2009 se inaugurou a primeira exposição decorrente de uma parceria com outro museu, nomeadamente com o Museu Nacional de Arqueologia, no âmbito da Pré-história, ainda que em 2004 a exposição Caminho de Ferro em Coruche já tenha partilhado deste princípio com o Museu Nacional do Traje. 
 
Em 2010, ano de comemoração do Centenário da República, teve lugar a primeira exposição de rua de cariz itinerante.

 
 
Actualizado em Quarta, 19 Julho 2017 11:31